Olá, pessoal.
Muito bom dia a todos. Obrigada pela presença
de todo mundo aqui. Hoje, então, a gente vai falar
um pouquinho mais sobre Google Shopping. Na verdade, a gente vai falar muito
sobre Google Shopping porque a gente tem hoje a presença
de uma superespecialista no produto, que é a Fabi.
Fabi, obrigada pela presença hoje. Obrigada, Cami.
Bom dia, pessoal. Tudo bom? Então, hoje eu estou aqui
para falar de um produto superfocado em performance
do Google, que é o Google Shopping, e, para hoje, a gente tem desde a etapa
de começar sua campanha, começar seu feed de dados
até a etapa de otimização. Então, se você, que tem o seu
e-commerce e você quer vender, aumentar suas vendas,
se você está focado em performance, não pode perder hoje.
Não é, Fabi? Isso mesmo. Então, para começar,
vou explicar um pouquinho o que é o Google Shopping. Ele é o formato de anúncio que aparece
na página de pesquisa do Google. na página de resultado de pesquisa,
e ele já mostra muito mais informação do que um anúncio de texto. Então, ele aparece tanto em desktop
quanto em mobile e vocês podem ver que ele já mostra
informações relevantes para o usuário no momento da busca dele
pelo produto ideal. Então ele já consegue ver
qual produto que é através da imagem e do título,
qual loja está vendendo e qual é o preço dele, por isso
um clique do Google Shopping tem uma probabilidade
de gerar uma conversão muito maior. Exatamente. Então, está aí
a importância do Google Shopping, entender um pouquinho mais
sobre o que é o produto, onde ele vai aparecer
ali na busca e agora vamos começar
a entrar mais profundo nesse tema. Isso mesmo. O que a gente precisa para conseguir
anunciar no Google Shopping? Primeiro a gente precisa ter
um feed de dados, que nada mais é do que uma tabela
com informação de todos os seus produtos que você quer anunciar. Então, informações como preço,
disponibilidade, se é novo ou usado, e também campanhas
de Google Shopping. Essas informações
vão se conversar através de duas plataformas
que a gente usa: o Google Merchant Center, que é onde eu vou subir
o meu feed de dados, e o Google AdWords, que é onde
eu vou criar as minhas campanhas. Perfeito. O que é o Google Merchant Center?
Ele é a plataforma do Google que auxilia no gerenciamento
e no armazenamento dessas informações
dos produtos. Então é lá que você vai subir
o seu feed de produtos, você vai ver todos os alertas,
de upload de feed, de avisos de suspensão, e também você consegue ter
um diagnóstico dos seus produtos, para ver qual a qualidade do seu feed,
se ele está aprovado ou reprovado. Perfeito.
E não se preocupe, pessoal, que a gente vai falar em detalhes
sobre cada um desses pontos. Isso mesmo. Então, como que cria uma conta
no Google Merchant Center? É supersimples. Basta entrar
no merchant.google.com e criar uma conta
com a sua conta Google. Seguir o passo a passo:
lá você vai ter que colocar informações comerciais,
então o nome da loja, em qual país atua,
informações privadas de contato e é lá que você vai subir também
o seu primeiro feed de produtos. Para criar esse feed,
primeiro você deve escolher qual formato funciona melhor
para o seu negócio. O feed pode ter três formatos:
ele pode ser arquivo de texto, um XML, ou você pode
subir via API. Qual é indicado para quem? O arquivo de texto
é o mais simples de todos, então, qualquer anunciante
que consiga gerar uma tabela consegue subir
por esse formato de feed. Basta você ter um conhecimento
de edição de planilhas e pode usar tanto o Google Sheets
quanto o Excel, por exemplo, para editar. Já o arquivo XML requer
um conhecimento de quantificação XML. Anunciantes que vão ter
uma grande quantidade de produtos e que tenham esse conhecimento
e essa possibilidade de gerar um arquivo XML
automaticamente deve usar esse XML. Já a solução via API
é a mais… complicada, tecnicamente falando,
então anunciantes que tenham esse conhecimento técnico
e consigam gerar essa solução personalizada
para o seu negócio, também é recomendado usar
essa solução. Bacana. E é bom também salientar,
Fabi, que muitas plataformas de e-commerce, plataformas
de comércio eletrônico, disponibilizam esse XML
e muitas vezes elas conseguem já disponibilizar no formato
que o Merchant Center precisa, com todas as informações
que a gente precisa aqui para anunciar no Google Shopping. E com relação a aquele primeiro
formatinho de arquivo de texto, você consegue pegar
todas as colunas que você precisa, inserir nesse arquivo de texto
na nossa Central de Ajudas do Google Shopping.
Então, pode ficar tranquilo que essa parte não deve
dar problema nenhum. Exatamente.
Também tem mais informações sobre os três formatos
tanto no Help Center do Merchant Center quanto na página
do Google Developers. Após escolhido o formato ideal
de feed para vocês, vocês têm que identificar quais
informações são necessárias enviar dependendo do produto
que vocês vão anunciar. Nesse link de suporte do Google,
a gente consegue encontrar um resumo de quais atributos
são obrigatórios para cada tipo de produto. Por exemplo, se você vai vender
um sapato no Google Shopping, você vai ter que enviar
o código do produto, o título, a descrição,
qual a cor dele, o gênero, entre outros. É importante destacar
que, se vocês não enviarem esses atributos obrigatórios
para o tipo de produto de vocês, o produto vai ser reprovado
e não vai estar elegível a aparecer nas campanhas
do Shopping. E esses atributos,
na verdade nada mais são do que as informações
que normalmente vocês já disponibilizam na página de produto
no seu site, então são informações
interessantes para o usuário que ele quer ver
na hora de comprar um produto. Aqui a gente consegue ver
que tem a marca, o tamanho, se vai ter frete ou não,
o tipo de produto que é e todas essas informações
a gente envia como atributo no feed de dados. Perfeito.
Então, o feed de dados nada mais é do que pegar
as informações que a gente já tem e mostrar para o Google
através do Google Merchant Center através do feed. Exatamente. Mais ou menos isso,
não é, Fabi? Isso mesmo. E depois de criado o seu feed,
basta ir na conta do Google Merchant Center,
submeter lá como feed padrão e escolher qual país
e o idioma utilizado pela sua loja. E, aqui, também vale lembrar,
que vocês devem ressubmeter seu feed no mínimo a cada 30 dias
ou toda vez que tiver alguma alteração
de informação do produto: toda vez que mudar algum preço
ou sair do estoque, por exemplo, vocês devem reenviar
o produto. Isso porque, se o produto fica sem ser ressubmetido
durante 30 dias, ele expira e não vai mais estar
elegível para aparecer nos anúncios. Perfeito. Pessoal, isso aqui
mostra nada mais do que a nossa preocupação,
a preocupação do Google para mostrar a informação mais relevante
possível para os nossos usuários, então, se um produto
está ali há muito tempo ou se teve o preço atualizado,
por exemplo, e no feed ainda está
o preço antigo, a gente não quer que o usuário
veja um preço no Google Shopping, entre no site e veja outro preço. É justamente por isso que acontecem
sempre revisões nas contas e alguns produtos podem ser
reprovados, tá pessoal? Pensando pura e simplesmente
na relevância da informação que a gente vai passar
para os nossos usuários. Exatamente. E só como último passo,
também, não esqueça de linkar a sua conta do Merchant Center
com a conta do AdWords onde vão rodar as campanhas
e dessa forma as duas informações vão se conversar
e as campanhas vão poder pegar as informações
que vocês enviaram pelo feed de dados para criar os anúncios. Perfeito.
Então, até agora, pessoal, fazendo um resuminho aqui,
a gente falou… o que é Google Shopping,
o que a gente precisa… aliás, o que é Google Shopping,
onde ele vai aparecer na busca, o que a gente precisa
para anunciar lá dentro, que é o Merchant Center,
e o feed dentro do Merchant Center. Então, só dando
um resuminho aqui… Exatamente.
E como a Cami já disse, a preocupação do Google é com o que o usuário
vai ver de relevante. A gente tem diversas políticas que garantem a boa
experiência do usuário com os anúncios
de Google Shopping. Então a gente destacou
no próximo slide os principais problemas de reprovação
que a gente vê dos feeds. Ou seja, quando um produto
não cumpre alguma das políticas que são exigidas para anunciar
no Google Shopping, o produto é reprovado. Um dos problemas que a gente vê
com bastante frequência é a diferença de preço
e disponibilidade entre o feed, o que você enviou,
e a página do produto no seu site. Como a Cami disse,
isso é um problema porque quando o usuário
vê um preço nos anúncios, ele quer entrar na página
e ver o mesmo preço. Um outro problema também
são imagens com marcas d’água ou elementos promocionais,
que não pode, porque também o anúncio está lá para mostrar
o produto que está sendo vendido e páginas de produtos genéricas,
ou seja, se o anúncio enviar para uma página genérica
com vários produtos e não exatamente para a página
do produto que estava sendo anunciado. Outro problema que a gente vê
com bastante frequência é a falta dos atributos
obrigatórios que, como a gente
disse no começo, tem alguns atributos obrigatórios
para determinados tipos de produtos e, quando a gente não envia,
o produto é reprovado. Aqui, por exemplo,
a gente tem o atributo GTIN, que é o código de barras do produto,
o seu identificador único. Desde o mês passado,
ele passou a ser obrigatório para todos os produtos
que possuem essa informação. Sempre que esse produto
tem essa informação e não é enviado no feed,
o produto vai ser reprovado e não vai aparecer
nos anúncios. Geralmente os produtos
têm, né, Fabi? A gente sabe que, quando o produto
tem um fabricante, é produzido em massa, ele já vem com o seu número
de seu código de barras, é como se fosse
o RG do produto e é bem raro os casos
de produtos que não têm. Geralmente são produtos
manufaturados, superespecíficos, então esse GTIN não deve dar problema,
apesar de ser uma obrigação para todos os produtos
que tiverem o GTIN, precisa ter esse número
identificado lá no feed, mas não deve ser
uma grande preocupação, pessoal. Exatamente. E os dois últimos problemas
que a gente elencou como mais frequentes são:
não divulgar de forma clara e visível no site as condições relacionadas
ao pré e pós-compra. Ou seja: não mostrar, por exemplo,
a política de devolução e reembolso no seu site,
que é superimportante para o usuário. E também não ter uma página protegida
por um certificado de segurança SSL. Tem diversas outras políticas
que devem ser seguidas para anunciar no Google Shopping
que vocês podem encontrar no link de suporte do Google. Perfeito. Esse slide aqui engloba…
obrigada, Fabi, por englobar as principais políticas que geralmente
dão um pouquinho mais de dor de cabeça
para os nossos anunciantes, mas, como a Fabi falou, pessoal,
esse link do suporte também vai ter todas as políticas
que a gente precisa seguir. Essas aqui não são todas,
como ela falou, mas vocês estão totalmente suportados
pela nossa Central de Ajudas também. Exatamente. Com essas políticas, os produtos
podem começar a ser reprovados. Se no seu feed começa a ter
muitos produtos reprovados, vocês podem receber
um aviso de suspensão. Significa que, se você
não resolver os problemas dos seus produtos,
a sua conta inteira pode ser suspensa e todos os seus produtos podem parar
de rodar nos anúncios do Google Shopping. Quando acontecer isso,
o que vocês devem fazer? Lá no Google Merchant Center
tem uma aba que chama “Diagnósticos” e lá vocês conseguem ver todos
os motivos de reprovações de produtos e exemplos de produtos
que foram afetados por aquele problema. Depois de identificados esses problemas,
basta corrigi-los no feed e, antes de submeter novamente
no Merchant Center, vocês podem ou submeter
como teste, como um “feed teste”, submeter da mesma maneira
que a gente submeteu o feed principal, mas mudando o tipo para “teste”
para vocês pré-visualizarem possíveis erros para corrigir antes
de subir oficialmente o feed ou, então, se você usa o Google Sheets
e tem menos de 100 mil produtos, vocês podem instalar uma extensão
do Google Sheets do Merchant Center, que também ajuda
a pré-visualizar alguns erros e também auxilia na correção
de alguns atributos também. Olha só quanta dica
bacana, Fabi! E depois de submeter o seu feed,
também demora um tempinho para ele ser revisado, então,
dependendo do tipo de atributo que você altera,
pode demorar um tempo, então, para ninguém
ficar ansioso, vamos aqui passar
alguns tempos, não é, Cami? Se você está subindo
o seu primeiro feed, ele pode levar até três dias úteis
para ser revisado. Se você já tem o seu feed
e altera algum atributo como, por exemplo, o título
ou a descrição do produto, esse atributo demora
até oito horas para ser revisado e ser aprovado ou não. Bom, então, agora a gente
já passou um pouquinho por todo o processo de criação
no Merchant Center, do feed e das políticas
e agora vamos falar das campanhas, que é onde
efetivamente a gente vai anunciar os produtos no Google Shopping. Perfeito. Então, essa parte de enviar
as informações dos produtos, que é feita através
do Google Merchant Center, a gente já acabou.
A partir de agora, a gente começa a falar
da parte de marketing online mesmo, que é lá dentro do AdWords. Exatamente. E para criar a sua primeira campanha
de Google Shopping é supersimples. No AdWords, você vai criar uma nova
campanha com o tipo “shopping”. É lá que você vai ter
que linkar o ID do seu Merchant Center
com a campanha. Lembra do passo atrás,
que a gente falou para linkar a conta do Merchant Center
com a conta do AdWords? Então, depois de feito esse passo,
na hora da criação da campanha já vai ter a opção de automaticamente
escolher aquele ID que foi linkado anteriormente
para rodar nessa campanha. Boa. Está aí a importância
de fazer mesmo a vinculação lá dentro do Merchant Center. Exatamente. E aí também a gente tem que escolher
qual país a gente vai anunciar. No nosso caso, a gente
vai colocar o Brasil. Ainda na configuração
da campanha, uma peculiaridade
da campanha de Shopping é essa questão
de prioridades de campanhas. Então, vocês vão ver
nas opções de configuração que tem prioridade baixa,
média e alta. E como funcionam
essas prioridades? Sempre uma campanha
com prioridade maior vai se sobrepor à campanha
com prioridade menor. O que isso significa na prática? Por exemplo: se eu tenho
o mesmo produto rodando com um lance de R$1,00
uma campanha de prioridade alta e esse produto rodando
na campanha de prioridade baixa com o lance deR$2,00,
ele vai considerar o meu produto entrando no leilão
com um lance de R$1,00 porque é o lance que eu dei
na campanha de prioridade alta. Por isso é superimportante saber
quais prioridades estão na sua campanha para entender com qual lance
seus produtos estão entrando no leilão. Olha só! Muito bacana. Então, se você quiser ter
duas campanhas de Google Shopping, por exemplo, com algum tipo
de segmentação diferente lá dentro, por isso você tem
duas campanhas, você pode controlar
qual lance vai ser dado para qual produto através da prioridade que é definida
no nível da campanha, né, Fabi? Exatamente.
Prioridade a nível de campanha. E como último ponto
na configuração, tem também essa opção
de filtro de inventário, que é onde você pode
filtrar o seu feed de acordo com alguns atributos para escolher só alguns produtos
para rodarem na sua campanha. A gente também tem a opção de…
a gente vai ver daqui a pouquinho… a gente também tem a opção
de escolher os produtos que vão rodar na parte de configurar
o grupo de produto, então o que a gente geralmente recomenda
é deixar sem filtro a nível de campanha e fazer esse controle de quais
produtos vão rodar nas campanhas através do grupo de produtos. Olha só! Mais dicas
superimportantes aqui pensando na estratégia que você pode
levar ao seu Google Shopping. Exatamente. E aí, depois de criada a campanha,
a gente vai criar um grupo de anúncio, mas aqui a diferença
é que cada anúncio de anúncio do Google Shopping,
de uma campanha de Shopping, vai ter um grupo de produtos. Então, o grupo de anúncio
vai ser para a gente dividir os produtos que a gente quer,
mas efetivamente a segmentação e os lances a gente vai fazer
a nível de grupo de produto. Então, aqui na tela
a gente consegue ver que, depois de criado
o grupo de anúncio… na verdade, na criação
do grupo de anúncio, a gente pode escolher a opção de começar com todos os seus produtos
com o mesmo lance. Esse é o basicão. Dessa forma, todos os seus produtos
vão rodar com o mesmo lance e vão estar elegíveis
a aparecer no Google Shopping. Claro que todos os produtos
aprovados lá no nosso feed de dados. Depois de criada essa primeira
segmentação de todos os produtos, eu posso clicar no “mais” do lado
para, aí sim, segmentar ainda mais a minha campanha
para dar lances diferentes e também definir
a minha estratégia da campanha. Então, quando eu clico
naquele “mais”, aparece aqui uma série
de opções de segmentação que eu posso escolher para criar
meus grupos de anúncio dentro da campanha. Então, eu posso segmentar
por categorias, por marca, por ID, que é
efetivamente o produto, por tipo de produto e rótulos
personalizados, por exemplo. Aqui vale lembrar
que todos esses atributos dependem do que eu enviei
no feed de dados lá no Merchant Center, então, se eu enviei
cinco categorias ou cinco tipos de produto,
por exemplo, lá no feed de dados, eu vou ter
cinco opções de tipos de produtos para segmentar aqui na campanha. Outro ponto que também
é superválido lembrar: se eu fizer alguma alteração
lá no meu feed de dados que altere algum desses atributos
que eu estou usando para segmentar, eu tenho que fazer essa mudança
aqui no AdWords porque ele não reflete
automaticamente as mudanças que eu fiz
no meu feed de dados. Então, se eu usava
um tipo de produto… “Vestuário”,
com valor “Vestuário” para segmentar na minha campanha
e lá no meu feed de dados eu mudei “Vestuário” para “Roupas”,
eu vou ter que vir aqui na minha campanha, em “Tipo de Produto”
e segmentar “Roupas”. Depois de segmentado, cada uma
das segmentações que eu escolhi vai virar uma linha
aqui do meu grupo de produtos e eu vou poder dar um lance
diferente para cada linha. Nesse caso, por exemplo,
a gente segmentou três IDs e deixou todo o restante
rodando em “Todos os outros” em “Todos os produtos”. Nessa segmentação
“Todos os outros”… estão rodando todos
os meus produtos do feed e esses três aqui
estão rodando separados, então, eu posso dar um lance
diferente para eles e deixar todos os outros
rodando com um lance diferente. Então, a ideia aqui é:
se você quiser separar produtos, a ideia é que você consiga separar
para conseguir dar lances diferentes? Isso mesmo, Cami.
E não só produtos. Se você tem alguma estratégia
que quer priorizar alguma marca ou você tem retornos diferentes
para diferentes tipos de produtos, você pode segmentar aqui
para dar um lance diferente e também para esperar um resultado
diferente de cada uma dessas segmentações. Olha só, que bacana.
Então, por exemplo… se eu tenho um e-commerce
e estou focando no Dia dos Namorados que está chegando,
eu preciso separar… seria uma estratégia bacana
separar os meus produtos de Dia dos Namorados, dar um lance
um pouquinho mais competitivo, uma vez que eles vão provavelmente
me trazer um retorno maior. É isso mesmo. Bacana, bacana. E aqui, até pensando
um pouquinho nas estratégias, igual a Cami falou,
o Dia dos Namorados está quase aí, a gente tem uma sugestão de estrutura
para vocês começarem a pensar na estratégia de marketing
usando o Shopping. Então, seria interessante ter
três tipos de campanha de Shopping na conta de vocês. Uma delas seria uma campanha
de todos os produtos, então, sem segmentações,
sem filtros, para garantir a cobertura completa
dos produtos que estão no meu feed. Isso porque, se eu estiver
usando algum atributo para segmentar
nas outras campanhas e eu suba um produto
que por algum acaso não está com aquele valor no atributo,
eu garanto que ele está sendo coberto na campanha
de “Todos os produtos”. Essa campanha seria, então,
uma campanha backup, por isso a gente sugere ela
com uma prioridade baixa, e com o CPC mais baixo
porque você vai estar dando o mesmo lance
para vários tipos de produto. Aqui a gente consegue ver
como a consegue brincar com as prioridades de campanha
no Shopping. O segundo tipo de campanha
que a gente sugere são campanhas por categoria. Então lá, efetivamente você vai
conseguir separar as categorias, dar um orçamento diferente
para cada uma delas e também focar em resultados diferentes
porque a gente sabe que cada categoria
tem uma performance. Esse tipo de campanha
a gente pode deixar como prioridade média e, desse modo, a gente
não tem que se preocupar que o mesmo produto esteja rodando
em duas campanhas diferentes, porque uma vai estar
com prioridade média e outra vai estar
com prioridade baixa. Então, só se as nossas
campanhas de prioridade média ficarem limitadas por orçamento,
por exemplo, que ela começaria a imprimir na prioridade baixa. Perfeito.
Muito bacana isso, Fabi. Nossa, está dando
uma clarificada muito grande aqui em Google Shopping,
acredito que para todo mundo que esteja assistindo aqui. É, espero que sim. Pessoal, se ficar qualquer dúvida,
podem mandar para a gente lá no evento do Google+
que a gente está de olho aqui. Sim. E aí, um último tipo de campanha
que vocês podem considerar são campanhas
com prioridade alta focando em produtos
que melhor “performam” para vocês e também focando
em estratégias sazonais, como a Cami disse, por exemplo,
o Dia dos Namorados, Então, a gente pode criar
essas campanhas com prioridade alta e dar um lance mais agressivo
para esses produtos que eu sei que vão “performar” melhor ou que eu quero vender mais,
por exemplo. A gente pode fazer
essas segmentações dessas campanhas escolhendo os produtos
que eu quero que rodem lá, igual a gente fez a segmentação
anteriormente na campanha de exemplo, ou então usar alguns rótulos
personalizados no próprio feed para identificar quais produtos
vão fazer parte dessa ação. A gente vai falar um pouquinho do rótulo
personalizado mais para frente. Aqui a gente vê
que essa estratégia foca em dar um lance maior para uma campanha
com menos produtos, porque a gente consegue
realmente focar nos produtos que a gente acha
que são nossas apostas, que vão “performar” melhor, e dar
um lance mais agressivo para elas, mas também cobrir todo
o nosso inventário com lances menores. Bacana, hein, Fabi? A gente já falou
sobre bastante coisa hoje. Que nem a gente pode ver
aqui no slide, a gente já falou sobre o que é o Google Shopping,
sua importância para o e-commerce, para vendas e performance
em geral, o que é o Google Merchant Center,
para que ele serve, como criar uma conta
do Google Merchant Center e subir o seu primeiro feed, aí depois a gente falou também
dos possíveis problemas de reprovação, por que isso existe,
por que existem revisões no Google, como criar uma campanha
lá dentro do Google AdWords e agora a Fabi
vai falar um pouquinho mais sobre como otimizar as campanhas
e também o feed. Exatamente. A otimização
é uma das partes mais importantes de tudo isso porque é ela que vai
garantir que a gente sempre melhore a nossa performance
e atinja o resultado esperado. Aqui também vale destacar
a importância da otimização não só das campanhas,
mas no feed também. Como a gente falou anteriormente,
tudo que eu fizer na minha campanha, todas as segmentações, por exemplo,
eu dependo do que eu enviei para o feed. E, além disso,
as informações que eu envio lá também influenciam na qualidade
do meu feed e na relevância na hora de… na hora de escolher
para quais temas de busca… ou o sistema escolher quais temas
de busca vão mostrar o meu produto. Começando com otimização
de feed, vou falar um pouquinho
dos atributos de categorização. A gente tem
esses três tipos de atributos que auxiliam a gente na hora de fazer
aquelas segmentações nas campanhas. O primeiro deles é o “Product type”,
o tipo de produto, que é um campo aberto
e eu posso colocar o que eu quiser nele. Ele permite até cinco níveis,
então, eu posso, por exemplo, seguir a categorização
que eu uso no meu site. Por exemplo, se eu vendo roupa,
eu posso fazer uma categorização de “roupa feminina,
calça jeans, skinny, plus size”. Então, ele permite eu chegar
até esse quinto nível e esse nivelamento vai influenciar na hora de eu segmentar
as minhas campanhas, porque aí eu posso ir fazendo
essas quebras lá no grupo de produtos. Já o “Google Product Category”
é um atributo fechado, então, vocês têm que usar
valores pré-definidos pelo Google. Lá no link de suporte do Google
tem as opções de Google Product Category que vocês podem utilizar
para cada um dos seus produtos. E o último deles
é o “Rótulo Personalizado”, que também é um campo aberto e é o que a gente falou anteriormente
que pode ser um atributo que auxilia na hora de fazer
campanhas promocionais, porque nele você pode colocar
o valor que você quiser e você pode colocar
até cinco rótulos por produto. Então, nesse rótulo, por exemplo,
você pode identificar os produtos que estão
com o melhor preço, os produtos a postos
para o Dia dos Namorados ou produtos que trazem
melhor retorno para vocês e assim identificar eles
mais facilmente na campanha para dar um lance
diferente para eles. E aqui, a dica, na verdade,
é que… esses atributos são utilizados… a gente fala muito desses atributos
na hora de segmentar as campanhas, porque o jeito que eu vou conseguir
segmentar a minha campanha e fazer alterações vai depender
do que eu coloco nesses atributos, mas também são atributos
de relevância. Por exemplo: o “Product type”
é considerado na hora de dar “match” entre
o termo de busca com o meu produto, por isso é superimportante
ser o mais preciso e granular possível nesse atributo
“Tipo de produto”, mesmo que eu não utilize todos os níveis
na segmentação da minha campanha. E para o Google Product type,
a gente recomenda, sempre que possível, chegar até o terceiro nível dele, porque essas informações
vão ajudar na qualidade do seu anúncio e seu produto vai entrar melhor
no leilão do Shopping. Outros dois atributos
superimportantes são título e descrição, principalmente o título,
que é o que vai aparecer para o usuário na hora que ele realizar
a busca no Google. Então, aqui é superimportante
pensar no que os usuários buscam na hora de procurar o produto de vocês e garantir que o título e descrição
estejam próximos dessas buscas. Aqui a gente até recomenda
utilizar o Google Trends e o relatório de busca do AdWords
para ver como está o comportamento do usuário, que tipo de termos
eles estão usando para buscar aquilo e testar colocar no título
e na descrição, o que pode trazer
uma performance bem legal. Além disso, os títulos e descrições
deveriam ser únicos, porque cada produto nosso
é único no nosso feed de dados. Por exemplo: mesmo que eu tenha
várias camisetas do mesmo modelo, elas possuem
tamanhos diferentes, o que faz com que cada
produto seja único. Nesses casos, a gente agrupa
os produtos de mesmo modelo com um atributo
que chama “Código de Grupo”, para mostrar para o sistema que todos
esses produtos são do mesmo modelo, mas cada variação vai ter um ID
e por isso cada ID deveria ter seu próprio título
e sua própria descrição. Perfeito. Muito bom, Fabi. Geralmente isso dá
até um pouquinho de confusão porque, afinal, a gente pensa: “Mas aquela camiseta é a mesma
camiseta, só muda o tamanho”. Exatamente porque muda o tamanho,
são produtos diferentes. E quando a gente consegue
fazer essa configuração direitinho, a gente consegue trazer
mais relevância para o usuário porque a gente consegue
trabalhar no título. Que nem a Fabi falou, é justamente
o que o usuário vai ver lá na busca, então, quanto mais específico
a gente for, melhor, mais relevância e maior a chance de terminar
em uma conversão, em uma compra. Isso mesmo.
Então, como a Cami falou, um título único garante
que o sistema mostre o produto mais relevante
para a busca do usuário, o que pode ter uma probabilidade maior
de gerar uma conversão. Além disso que a gente
disse anteriormente, tentar colocar palavras-chave
no seu título e na sua descrição, termos que as pessoas buscariam
e que você gostaria mostrar o seu anúncio, e seria interessante testar variações
de título para ver o que “performa” melhor. A dica de título é:
a gente sabe que aparece até, no máximo, 70 caracteres
no anúncio do Google Shopping, porém esse campo aceita
até 150 caracteres. Mesmo não aparecendo no anúncio,
todos esses caracteres são considerados para a relevância
do produto para aquele termo de pesquisa. Por isso, utilizem ao máximo
esses caracteres, coloquem todas as informações
que vocês tenham do produto que sejam relevantes para o usuário,
mas também pensem em sempre garantir que as informações mais importantes
estejam no começo do título. Isso porque, como a gente disse,
o título vai cortar no 70 ou até menos, dependendo de quantos anúncios
aparecerem nos resultados de busca. Aqui também vale pensar
quais atributos são mais importantes para o usuário ver, dependendo do tipo
de produto que ele está buscando. Um exemplo para usuários
que estejam buscando roupa, uma recomendação que a gente faz
é que para esse tipo de produto, o título contenha primeiro
qual é o tipo do produto, se é uma blusa ou uma calça,
qual é a marca dele, o gênero e depois os atributos extra,
como cor, material e tamanho. E por último,
também é superimportante ter imagens de qualidade
no seu feed, então, a gente recomenda sempre
enviar com alta resolução. A gente recomenda 800x800px e adicionar imagens adicionais
que você tenha do produto usando os atributos
“Link de imagem adicional” do feed. Um ponto importante
é garantir a consistência do produto que está sendo vendido
e do produto que está sendo mostrado. Se a pesquisa for por “bota amarela”,
a minha imagem tem que ser de uma bota amarela e não de uma
bota vermelha, por exemplo. Perfeito.
Superimportante isso também. E por último, falando um pouquinho
de otimização de campanha, o que vocês podem olhar
no Google AdWords para otimizar a performance: lá na aba de “Menções” do AdWords,
a gente tem um campo só de Shopping que tem vários atributos do feed
que eu posso ver a performance de cada um. Então ,tem aqui
dois tipos superinteressantes, que são “IDs” e “Tipo de produto”. Lá, se a gente escolher, por exemplo,
“IDs”, a gente consegue ver performance de todos os IDs
que rodaram na minha campanha. Um ponto interessante
é que esses IDs não precisam estar segmentados individualmente igual a gente mostrou
lá no começo que é possível. Mesmo que ele esteja rodando
em “Todos os produtos” ou em “Todos os outros”
ou dentro de algum tipo de produto, eu consigo ver a performance
individual na aba de “Menções”. Por que isso é interessante? Com esse relatório,
eu posso identificar quais IDs estão puxando
mais investimento da minha campanha e ver como está a performance
de cada um deles. Então, se algum ID meu
está puxando muito investimento, mas a performance não está
do jeito que eu queria, eu posso segmentar ele
na minha campanha, lá no meu grupo de produtos, e dar
um lance menor do que o atual para ele. E o contrário também: se eu tenho
algum ID que está indo superbem, melhor que a média da campanha
e eu não estou segmentando ele individualmente lá no meu
grupo de produto, eu posso segmentar
para dar um lance maior para forçar ele a aparecer mais vezes
e ter mais vendas nele. Um outro ponto das campanhas
de Google Shopping é que ele tem a métrica
de “Impression Share”, igual lá em “Search”, mas ele
também tem duas métricas diferentes, que são o CPC de referência
e o CTR de referência, que mostram os CPCs
e os CTRs médios que os anunciantes estão usando
para produtos similares ao que você está anunciando
naquele grupo de produtos. É interessante sempre
visualizar essas métricas para ver o quão competitivo
você está no leilão. Por exemplo:
se o meu CPC máximo está menor que o meu CPC
de referência e aquele… grupo de produtos
é meu grupo de apostas, é interessante eu pelo menos subir
o meu CPC para o CPC de referência. Também é superinteressante pensar
nas estratégias de lance da campanha, então, uma estratégia super-recomendada
é o CPC otimizado, que permite uma flexibilidade
do lance de até 30% e essa variação do máximo CPC
que eu coloquei manualmente vai depender de sinais
em tempo real do leilão, como a chance daquele clique
de gerar uma conversão ou não. E é legal que esse tipo de sinal
a gente não consegue ter a visibilidade na hora de “setar” manualmente o lance,
então, colocando essa estratégia de lance, a gente pode adicionar
mais essa inteligência na hora de “bidar”
nas campanhas. Superinteressante
e super-recomendado para uma campanha tão focada
em performance e em conversões como é a campanha
de Shopping, né, Fabi? Exatamente. E o último ponto também é
utilizar listas de remarketing nas campanhas de Shopping. Assim como “Search”,
também é possível utilizar essas listas
para campanhas de Shopping para dar um lance diferente
para os usuários que já interagiram no seu site
anteriormente e que geralmente apresentam maior afinidade
e maior probabilidade de conversão. Até porque a gente sabe
que os usuários não entram na primeira interação
e 100% dos usuários já fazem a compra. A gente sabe que grande parte
pesquisa bastante antes, inclusive o Google Shopping
é a grande ferramenta dos usuários para conseguir essa pesquisa
e, quando a pessoa entrou ou está pesquisando pela segunda vez
sobre o mesmo produto, é importante que você esteja
presente ali de novo, por isso está mais uma vez
a importância do remarketing para campanha de Shopping também. Igual acontece com as campanhas
de pesquisa, que nem a Fabi falou. Exatamente. Pessoal…
acho que é isso, né, Fabi? Sei que a gente falou bastante.
Obrigadão, Fabi. Um monte de informações
bacanas aqui. Pessoal, foi bastante
informação, mas esse Hangout,
essa aula inteira vai ficar disponível para vocês
tanto na comunidade do AdWords quanto no nosso canal
do YouTube também, então, para o Giovani,
que perguntou… Will Giordani, perdão,
que perguntou no YouTube se a gente tem uma agenda
desses Hangouts ao vivo, a gente tem, sim. Fica tudo
dentro do nosso canal do YouTube e também lá no
g.co/treinamentosadwords, que são os treinamentos
da nossa Comunidade AdWords, pessoal. Bom, e sobre a nossa
apresentação de hoje da grande especialista Fabi, vocês também
vão conseguir ter acesso a ela respondendo a nossa pesquisa
de satisfação lá na nossa comunidade, então, é só entrar no artigo
desse Hangout de hoje, responder a pesquisinha,
mandar a sua opinião aqui para a gente e no final vocês vão ter acesso
a esse incrível material aqui. Eu já peguei o meu! Obrigada, pessoal,
pelo tempo de hoje. Espero que tenha
sido útil para vocês e aproveitem o Google Shopping,
que é um produto incrível do Google. Obrigada, Fabi. Obrigada, pessoal.
Até a próxima. Tchau, tchau.